Esta seção é dedicada ao aprendizado de um jeito descontraído, estimulando a capacidade de interpretação do conteúdo a partir de jogos. Estude brincando!
Oi Turma do 6 ano A, O projeto terminou, mas o blog não.... Vamos continuar dando manutenção ao nosso blog Aprendi legal! Vamos utilizá-lo para enriquecer nossos conhecimentos? É uma proposta legal! Tire um tempinho pra visitá-lo. Assim que puder estaremos postando coisas interessantes. Segue abaixo, dois links para vocês aprenderem se divertindo.
Chegamos ao término de mais uma etapa, desejamos que esse blog desperte o gosto e motivação pela leitura e escrita de uma maneira mais interativa, mudando a postura passiva para uma atitude ativa. Agradecemos aos alunos pela participação e colaboração, sem os quais não seria viável a realização das atividades, à professora Kátia que foi parceira em todos os momentos da execução da ação pedagógica. Muito obrigada, Turma do Aprendi legal!
Olá turma do Aprendi legal! Muito legal mesmo a colaboração de vocês nesta atividade, mostraram que aprenderam de forma significativa. Leituras de textos multimodais (charges, vídeos, escritos ),por meio da tecnologia, ampliam, de forma critica, a visão dos discentes sobre o conteúdo. Foi isso que aconteceu nessa atividade, os alunos tiveram contato com textos diversos sobre o mesmo tema, enriquecendo seu conhecimento já adquirido. Depois do diálogo em sala de aula, a turma foi levada para o laboratório de informática e postaram comentários sobre o tema no blog, tendo contato direto com a tecnologia, ou seja, atitude que demonstra os multiletramentos o qual estamos, todos, inseridos.
Grupo de: Thiago Felipe, Ana Carolina, Ludmila, Ana Luisa e Adrielle
A escrita coletiva proporciona aos alunos uma interação maior com o tema, pois antes, há a discussão e várias ideias são sugeridas, os alunos optam pela mais adequada, formando um texto mais rico e coerente.
Texto 02 Vamos observar a imagem? Depois de refletir um pouco sobre a imagem, o que você tem a dizer, o que entendeu? Vamos começar o nosso diálogo!!!
Agora vamos ler o texto 03
Bullyng
não é brincadeira!
Todos os dias, alunos no
mundo todo sofrem com um tipo de violência que vem mascarada na forma de
“brincadeira”. Estudos recentes revelam que esse comportamento, que até há bem
pouco tempo era considerado inofensivo e que recebe o nome de bullying, pode acarretar sérias consequências ao
desenvolvimento psíquico dos alunos, gerando desde queda na autoestima até, em
casos mais extremos, o suicídio e outras tragédias.
Quem nunca foi
zoado ou zoou alguém na escola? Risadinhas, empurrões, fofocas, apelidos como
“bola”, “rolha de poço”, “quatro-olhos”. Todo mundo já testemunhou uma dessas
“brincadeirinhas” ou foi vítima delas. Mas esse comportamento, considerado
normal por muitos pais, alunos e até professores, está longe de ser inocente.
Ele é tão comum entre crianças e adolescentes que recebe até um nome
especial: bullying. Trata-se de um termo em inglês utilizado para
designar a prática de atos agressivos entre estudantes. Traduzido ao pé da
letra, seria algo como intimidação. Trocando em miúdos: quem sofre com o bullying é
aquele aluno perseguido, humilhado, intimidado.
“Bullying diz respeito a atitudes
agressivas, intencionais e repetidas praticadas por um ou mais alunos contra
outro. Portanto, não se trata de brincadeiras ou desentendimentos eventuais. Os
estudantes que são alvos de bullying sofrem esse tipo de agressão
sistematicamente”, explica o médico Aramis Lopes Neto, coordenador do primeiro
estudo feito no Brasil a respeito desse assunto — “Diga não ao bullying:
Programa de Redução do Comportamento Agressivo entre Estudantes”, realizado
pela Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e
Adolescência (Abrapia). Segundo Aramis, “para os alvos de bullying,
as consequências podem ser depressão, angústia, baixa autoestima, estresse,
absentismo ou evasão escolar, atitudes de autoflagelação e suicídio, enquanto
os autores dessa prática podem adotar comportamentos de risco, atitudes delinquentes
ou criminosas e acabar tornando-se adultos violentos”.http://www.educacional.com.br/reportagens/bullying/
A proteção da criança e do adolescente é, acima de tudo, uma questão de direitos humanos. Quando foi criada a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a grande novidade foi a universalização desses direitos, afirmando-se que todos os seres humanos têm direitos básicos iguais. Mas e as crianças e adolescentes? Hoje em dia parece claro que eles também têm esses direitos. Porém, se voltarmos ao início do Século XX veremos que as crianças eram tratadas como adultos pequenos, como direitos inferiores. Eram mão-de-obra barata, abundante e descartável. Em 1959, com a declaração dos direitos da criança, esse quadro começou a mudar. Um dos direitos mais importantes desta declaração é o direito a uma infância feliz. Esta infância feliz é de alto interesse social. Está provado que uma criança que sofreu maus tratos durante a formação de sua personalidade será, com grande probabilidade, um adulto violento. Nessa Declaração já constava o princípio de que deve haver uma idade mínima para o ingresso no trabalho.
Em 1989 foi editada pela ONU a Convenção sobre os Direitos da Criança, ratificada pela quase totalidade dos membros da ONU, excetuando apenas a Somália e os Estados Unidos da América. Também neste documento consta a exigência de uma idade mínima.
No âmbito da Organização Internacional do Trabalho foram editadas as Convenções 138 e 182. A primeira estabelece a idade mínima de 15 anos para o trabalho e a segunda reconhece que existem formas de trabalho infantil que devem ser combatidas prioritariamente. O Brasil ratificou ambas as convenções.
A Constituição Brasileira, em acordo com a legislação internacional, fixa em 16 anos a idade mínima para o trabalho, permitindo que um jovem trabalhe como aprendiz a partir dos 14 anos. O nosso país tem levado a sério a proibição e o Governo Federal formulou um programa específico, denominado Programa de Erradicação ao Trabalho Infantil (PETI), implantado em grande parte dos municípios brasileiros. E na prevenção existe o programa Bolsa-Escola Federal.
Por outro lado, tomemos como exemplo duas das piores formas de trabalho infantil, a exploração sexual comercial e a exploração pelo narcotráfico. Quanto à primeira, já no governo Fernando Henrique se criou o Projeto Sentinela, um programa de enfrentamento do problema concreto, embora tímido. No atual governo anunciou-se que o tema terá prioridade.
Quanto à exploração de crianças e adolescentes pelo narcotráfico, o governo mal começou o debate. Quanto às crianças e adolescentes que já estão sendo exploradas, reconhecemos a dificuldade de implantação de projeto específico, apesar de não ser impossível. Porém existem medidas imediatas de prevenção que já deveriam estar sendo buscadas, que passam pela criação de alternativas de geração de renda, de lazer, de esporte e de cultura. Mas, acima de tudo, é preciso que os jovens vejam exemplos de pessoas da sua comunidade que conseguiram melhorar de vida por meio do estudo e do trabalho digno.
Existe ainda uma outra forma de trabalho infantil que se enquadra entre as piores formas por prejudicar a saúde, a segurança ou a moral das crianças, que é o trabalho nas ruas. No Distrito Federal, o Fórum de Erradicação do Trabalho Infantil sugeriu ao Governo local, em novembro de 2001, que promovesse o cadastramento das crianças que trabalham nas ruas para inscrição no PETI. Paralelamente, houve articulação com Prefeituras das cidades próximas e com o Governo Federal para que estas crianças e adolescentes pudessem efetivamente ser inscritas no programa. Contudo, até hoje não foi feito tal cadastramento, resultando na presença de crianças e adolescentes em cada sinal de trânsito do Distrito Federal, em cada bar da cidade, vendendo todo tipo de produto.
A sociedade tolera o trabalho infantil partindo da premissa de que o trabalho faz distanciar da vadiagem, da droga, da prostituição. É preciso criar, então, uma terceira alternativa: a da criança que freqüenta a escola, que come pão com goiabada no recreio, que brinca de boneca e carrinho, que vai ter lembranças felizes do que é bentes altas, pique-de-esconder, passa-anel, bambolê, jogo da amarelinha, pique-bandeira, bola de gude, queimada e bilboquê; que vai cantar cantigas de roda, atirando o pau no gato se essa rua fosse minha; é preciso ler revistinha da Mônica, do Pato Donald e do Tarzan e se encantar com o mundo de Monteiro Lobato. É urgente e indispensável que toda criança saiba disputar no “bafão” a figurinha premiada, a difícil do pacotinho, que vale a troca de bala de goma com o companheiro da calçada ou a corrida de rolimã.
Os exemplos de Lula, que perdeu o dedo como jovem torneiro mecânico e chegou à Presidência da República, ou de Marina Silva, que saiu dos cafundós das seringueiras para ser ministra de Estado, ou da menina empregada doméstica que transformou Benedita da Silva em outra ministra, são exceções à regra de que é preciso trabalhar jovem para vencer na vida. Na verdade, é o contrário: a criança que trabalha, que não é protegida, que não tem estimulado o seu desenvolvimento físico e mental, sem infância segura e afetuosa, não constitui um adulto sadio e produtivo e ainda tem seqüelas emocionais e de acidentes de trabalho.
As causas do trabalho infantil, portanto, são múltiplas e complexas. Além disso, as relações entre educação e trabalho infantil também não são comuns. A solução do problema pede ações do Estado e da sociedade em várias frentes. A questão exige a mobilização da energia social, criatividade na concepção do marco legal e mecanismos eficazes para sua aplicação, além da elaboração e do desenvolvimento de programas eficientes de combate a esse fenômeno socialmente indesejável.
O texto, sobre o tema bullyng, depois da reescritura, ficou bem mais apropriado, atendendo aos propósitos de um texto dissertativo.
Vejam só:
Bullyng
Hoje em dia, todos nós sofremos o tal de bullyng, só porque usamos óculos, alguns são obesos. Não é nada agradável! Podemos evitar isso,não praticando o preconceito, pode acabar muito mal, tipo assim: acabar nas mãos da tragédia!Mas também podemos acabar com ele, sabe como?Denunciando, porque praticar o bullyng é feio.
Reescrever não é revisar. A revisão em geral, se concentra em problemas gramaticais. e a reescritura deve ir além das inadequações gramaticais A refeitura do texto implica mudar ou cortar palavras, ordenar e reordenar períodos, dar nova disposição aos parágrafos, a fim de que o texto atinja os objetivos a que se propõe.
Construindo combinados com os alunos!!No cotidiano escolar é comum ouvir de professores que não conseguem dar aula por causa da indisciplina.Tendo em vista esse contexto, o uso de combinados ( acordos coletivos) pode ser uma alternativa na solução do problema. Esse painel de combinados está sendo construí do com os alunos do 6 ano do Colégio Sá Nunes.